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Formas de comercialização

A comercialização das rãs pode ser feita das diversas maneiras que se seguem:

  • Rãs vivas para o abate;
  • Carne ou rãs abatidas, sendo as carcaças inteiras, vendidas frescas ou congeladas, de acordo com as circunstâncias;
  • Pernas de rãs, destinadas principalmente à exportação para os Estados Unidos e outros países que só consomem essas partes;
  • Carne de rã industrializada, enlatada ao escabeche, ao creme, etc.,
  • Patê de fígado;
  • Couros secos ou curtidos;
  • Reprodutores adultos ou quase em fase de reprodução;
  • Girinos selecionados para a reprodução;
  • Girinos de corte para a recria e engorda,
  • Rãs para laboratórios e cujas especificações são ditadas pelos compradores;
  • Rãs para Faculdades e escolas, para estudos, pesquisas e testes.

Como toda atividade no País, a ranicultura requer dedicação do produtor, técnica e paciência para obter o retorno financeiro. A área média recomendada para a implantação de um ranário rentável comercialmente varia entre 500 e 700 m2. Com esse projeto o ranicultor pode atingir uma produção anual de 2.000kg de carne. Atualmente o custo de implantação médio no Estado de São Paulo varia entre R$ 30,00 a R$ 50,00/ m2 de área construída. O custo de produção médio é de aproximadamente R$ 5,00/ kg de carne, tendo como seu fator mais oneroso o preço da alimentação, e o preço médio no atacado em São Paulo gira em torno de R$ 9,00 a R$ 14,00/ kg de carne (2000).

Mercado Nacional

Praticamente toda a produção brasileira é absorvida pelo mercado interno, mas o Brasil possui condições de conquistar grande espaço no mercado externo. Atualmente o consumo no Brasil situa-se em torno de 400 toneladas/ano, segundo a Associação Brasileira de Ranicultura e conta com aproximadamente 600 ranários implantados, 15 indústrias de abate e processamento, 6 associações estaduais de ranicultores e 4 cooperativas. Quanto aos subprodutos podemos dizer que praticamente o ranicultor ganha dinheiro hoje apenas com a venda da carne. As vísceras e a pele são quase que em sua totalidade descartadas. Existe tecnologia para curtimento da pele, mas não há indústria que faça isso em escala comercial.

Mercado Internacional

O preço dos produtos oriundos da Ranicultura, no mercado internacional, é bastante variável em função de diversos fatores, entre os quais merecem destaque o tamanho do produto, a época do ano e a sua origem. Os originários da criação em cativeiro, geralmente têm preço mais elevado, em razão de seus próprios custos de produção e também por possuírem maior qualidade e regularidade na oferta.

Boa parte das 10 mil toneladas de carne de rã que circulam anualmente no mercado internacional é fornecida por países asiáticos, principalmente a Indonésia. Nesses países, os animais levados ao abate não vêm de criações mas são caçados na natureza. Essa diferença em relação ao produto brasileiro, totalmente originário da criação em cativeiro, é uma das razões da boa aceitação das rãs que exportamos para a Europa, onde estão os maiores compradores.

O preço, por quilo, de coxas de rã importadas pela Comunidade Européia, no período de 97/98 variou entre 2.33 e 6.2 euros, alcançando um valor médio de 4.1 euros. Nos EUA, onde a preferência por coxas grandes é notória, o preço médio de suas importações em 1997 foi da ordem de US$6.37 /kg. Nesse mesmo período, o Canadá pagou US$3.87 /kg em média.

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